31 de outubro de 2011

Acho que cada vez tenho mais a certeza que te amo e que és o HOMEM da minha vida.

29 de outubro de 2011

conto de fadas

Na primeira página da nossa história prometemos mundos e fundos, promessas que podíamos nunca cumprir mas que ficaram lá eternamente escritas para que ao menos ficasse marcada essa intenção. Escrevíamos amor e mostrávamos paixão, tínhamos o poder de duas crianças com um coração cheio e pronto para ser tocado por outra alma. Tudo só na primeira página. Como a introdução de uma bonita história de amor. Sim, é isso mesmo. Falamos sempre nesse tom surdo que só nós ouvíamos para que ninguém descobrisse os nossos segredos e tudo aquilo que queríamos partilhar. Vais-me dizer que já te esqueceste de tudo isso? Eu sei que não, sei que quando passas pelos sítios que partilhamos, ainda te lembras de mim, lembraste e sentes aquela vontade infinita de me agarrar e nunca mais largar. Não significa que ainda nos amemos, mas esse sentimento de carinho e a posição que marcamos um para o outro nunca vai mudar, mesmo que hoje já não sejas quem eras para mim. Tudo mudou e já temos a nossa história de princesas e príncipes acabada, mas é bom pegar no nosso livro e lê-lo de uma ponta a outra sentindo-me em casa, conhecendo-o melhor que ninguém e sentido cada palavra como se fosse a coisa mais preciosa que alguma vez alguém disse. Vou guardar esse livro juntamente com tudo aquilo que a ti diz respeito e sempre guardarei com o maior dos amores e considerações, para sempre. Um homem não faz vingar a sua posição na vida de uma mulher por aquilo que faz ou tem, mas sim por aquilo que sente e demonstra. Tão simples quanto isto.

26 de outubro de 2011

Não sei se és o destinatário correcto, nem tão pouco como reagirias a ler esta pequena carta. há muito tempo que deixaste de ser o suposto amor da minha vida, o meu pilar desmoronou-se e não tive outra solução se não arranjar um novo porto de abrigo. depositei em ti tudo o que tinha dentro de mim, a minha vida estava sobre ti e o teu coração uniu-se ao meu; éramos um só. podes já não ser a minha paixão e, realmente já não o és, mas o impacto que causaste na minha vida fez-me perceber o quão importante serás durante toda a minha vida. sinto a tua falta como ninguém e quando choro de saudades, choro também por ti.tudo o que era nosso deixou de o ser, todo aquele amor desvaneceu-se, mas o espaço que completaste durante muito tempo continua vago. quando te disse que havia outra pessoa, menti. menti-te a ti, mas mais importante ainda, menti-me a mim própria. deixei-me levar pelo caminha mais fácil convencendo-me que era feliz outra vez, mas nunca voltei a ser, pelo menos nesse contexto não.quero que compreendas que a última pessoas que me tocou do mesmo jeito que fazias, foste tu. a última pessoa que juntou os lábios aos meus, foste tu. mas a cima de tudo, a última pessoa que amei foste tu. tu, simplesmente tu. e , não querendo ser repetitiva, eu sinto a tua falta. sinto porque continuo com um vazio no peito sempre que penso em tudo o que passamos. fui capaz de te esquecer, ou, pelo menos já não te amo, mas o primeiro amor nunca se esquece. não é verdade ?

24 de outubro de 2011

Volta rápido, tenho saudades

23 de outubro de 2011

O meu nome é qualquer coisa sem importância. Sou uma figura pequena de passagem pela vida e um ponto minúsculo no Mundo, daqueles que de vez em quando nos incomodam e só queremos arrancá-lo dali. Já não gosto de mim. Bem, na realidade acho que nunca gostei. Tenho distúrbios mentais, daqueles de querer proteger quem mais amo e deixar-me a naufragar. Depois vêm aqueles que me ferram e aí estou em completo afogamento. E eu digo "não te preocupes, foi erro meu". Porque é que a culpa não é minha e eu insisto que seja? Eu gosto de toda a gente, digamos que é um pouco sorreal, porém é verdade. Este é um dos meus problemas psíquicos. Por outro lado, há um deles que aborrece quem me conhece e quem não me conhece: "eu tenho sempre razão". Às vezes gostava de mudar isso. Não dá. É a minha essência e eu quero que seja assim. Mas cá para nós, eu tenho sempre razão. Ou quase sempre. E fico tão frustrada das vezes que realmente não estou certa. Outro deles é que"tu não podes fazer isso, eu posso fazer isso". Se eu sou uma viciada e uma bêbeda, que moral tem uma pessoa como eu de proibir outra de ser igual? É óbvio que também ficava fula se fizessem o mesmo comigo. Já tentei transformar isso, contudo só não quero ver as pessoas de quem mais gosto destruírem-se a elas próprias. Quanto a mim, eu não me importo mesmo. O maior tormento mental que a minha pessoa requer, resumindo tudo isto "eu não aprendo a viver comigo". Vivo todos os dias ou sobrevivo aos dias. Não consigo controlar os meus defeitos e não sei lidar com eles. Eles magoam-me mais do que a qualquer outra pessoa. Agora responde-me sinceramente: Como dizes estes são defeitos meus. Eu afirmo. Tu dizes que eu faço deles monstros, e sinto-me como uma porcaria. Eu tento acreditar em ti. Eu não presto para nada ou devia mesmo começar a dar-me valor?
Sabes bem que te meto acima de qualquer pessoa. amo-te

22 de outubro de 2011

"Assim como os tempos vão, as memórias voltam. Cada dia mais destruídas mas com mais saudade e vontade de deixarem de ser apenas memórias e passarem a presente. Faz bem recordá-las, mas só servem para isso e não podem ser reconstruídas como um castelo desmoronado, se não ninguém lhes dava o valor que têm. Quando elas vêm, eu volto a tempos em que se calhar fui muito mais feliz do que agora, mas em que não tinha o que tenho hoje. Sinceramente? É preciso deixarmos o que tivemos arrumado, porque o que conta não são as memórias do que aconteceu, mas sim, o que está a acontecer. No que toca a assuntos do coração, parece que escolhemos cada memória minuciosamente, uma a uma, de maneira a que só as partes boas nos toquem. Mas o amor nunca é apenas feito de partes boas.  Também tem os seus baixos e as suas curvas e é dai que nascem os grandes amores, nunca da felicidade incondicional. O coração precisa de mudar de batida, precisa de ser tocado de maneira diferente, se não não vai mudar o que se passa lá dentro. Por muito que o neguem, ele tem uma parte racional que é capaz de ser mais racional do que a própria cabeça, se não como é que ele saberia que determinada pessoa é a certa? Ele sabe-o desde sempre, como se fosse uma lei universal que toda a gente deveria conhecer. Nós é que somos cegos ao que ele diz e não sabemos ver para além do óbvio. O cérebro mede as palavras, o coração mede os actos e os sentimentos que deles partem. Por isso é que eu sei que não me enganei e sim, sou feliz assim, entre memórias roubadas pelo tempo e toques que ninguém vê"

21 de outubro de 2011

Começo a pensar que enlouqueci de vez, que alguém me lavou a alma sem eu perceber e comecei a acreditar em histórias de encantar. A idade da estupidez já passou, já devia ter aprendido que o amor à primeira vista não existe, tal como os amores perfeitos. O que existe são trocas de corações e de almas, é isso. Não podemos confundir as coisas. O amor acaba, ou simplesmente se vai apagando com a erosão do tempo e da rotina, mas essas trocas ficam eternizadas porque dá-mos o nosso coração e recebemos um novo, que bate mais forte e desalinhado de cada vez que nos cruzamos com o nosso, que faz tremer as mãos e as pernas e nos deixa as palavras presas na garganta. Deixamos de ser nós, passamos a ser o que resta de nós e o outro, numa união quase perfeita que vai mudando de cada vez que dá-mos o coração que temos.
É assim que vou tentando perceber tudo o que se passou. Não sei por que nome te chamar, não sei como chegaste até mim nem sei porque chegaste, apenas sei que bates em mim, com toda a força e todo o sentimento tão característico do mistério e da paixão. Todas as noites, em silêncio, faço-te todas as perguntas que ecoam na minha cabeça. Não tenho respostas, e as que tenho são imaginadas conforme eu gostava que fossem verdade. Mas um dia, vou a correr atrás de ti, vou-te puxar pêlo braço e vou-te ter encher de perguntas, vou-te dizer tudo o que o meu coração tem guardado e quem sabe não te agarre para sempre.

20 de outubro de 2011

conversa estupida

Bom dia, estás bem? Eu também obrigada. Era só para saber se ainda te lembras de mim. A sério? Ninguém diria, porque quando se tem saudades não se espera até as acumular num monte, mas tenta-se esmaga-las e arruma-las para um canto. Falta de tempo? Perder 5 minutos num dia para mandar uma mensagem a alguém que amamos não faz ninguém perder o dia, até pelo contrário. Esses 5 minutos são capazes de fazer a outra pessoa ganha-lo só por essa tal mensagem. Não vale de nada pedires desculpa agora meu querido, o que lá vai lá vai, mas digo-te uma coisa, se fosse a ti começava a lutar pelo que tens, porque lutar pelo que perdeste dá muito mais trabalho e é provável que nunca volte a ser realmente teu. Já gastei aqui contigo os 5 minutos que te pertencem, só espero que saibas agarra-los e fazer deles os melhores 5 minutos do teu dia. Adeus, um beijinho. 

19 de outubro de 2011

Desculpa, mas foi o melhor. Provavelmente nem se acabou nada porque nem sequer tinha começado, mas é sempre complicado ver os que mais amamos partir, mesmo que já não os amemos como antes. Foram eles que nos moldaram ao coração até ser o que é hoje e essa dependência fica sempre connosco. Mas com o tempo, lá encontra um sitio qualquer para se esconder e afasta-se dos sentimentos, deixando que voltem a nascer. Continuando. Não penses que para mim é fácil tirar o teu toque da minha pele e o teu amor do meu coração, mas alguém o tinha de fazer, e já que tu és demasiado conformista para isso, tive de ser eu a chegar-me a frente.  Fica a saber que foste a melhor pessoa que eu alguma vez tive ao meu lado e isso nunca vai ser esquecido. Continuo a desejar-te o melhor e a tentar que tenhas o melhor, mas sem mim no meio disso tudo. Vais ter de aprender a viver como vivias antes de mim, tenho a certeza que consegues. És um pequeno grande homem, nunca te esqueças. Obrigada por teres feito de mim o que sou e por toda a história que me deixaste escrever, mas o teu capítulo está fechado e um novo está prestes a começar. 

18 de outubro de 2011

17 de outubro de 2011

16 de outubro de 2011

Nunca deixei de te amar (10)

12 de outubro de 2011

E tu já não és mais o meu herói , não és mais o meu porto seguro , a verdade é que acho que nunca fostes. Fostes o bicho papão, que me impedia de dormir e invadia meus sonhos transformando-os em pesadelos , a verdade é que nunca foste tudo aquilo que poderias ter sido para mim , que pena.

10 de outubro de 2011

Às vezes gostava de perceber porque é que gostas de me manter presa a ti se o que nos unia já acabou há muito tempo. Aliás, nem sei se alguma vez estivemos unidos. Cá para mim esse fio invisível só fui eu que o criei e era alimentado pelo amor que tinha por ti. No entanto, insistes em agarrar-me com toda a tua força, tentando meter-me na cabeça que és louco por mim e que nunca vamos deixar a nossa história acabar. Podes enganar tudo, menos o coração. Esse consegue sentir o que tu queres a quilómetros de distância meu querido, e mais tarde ou mais cedo acaba sempre por conseguir mandar-te para bem longe, para um lugar onde ele não consiga voltar a sentir o teu toque ou simplesmente sentir-te a ti. Posso dizer-te que ele ainda te conhece de cor e sabe distinguir-te no meio da multidão sem precisar de te ter por perto, mas isso é o mínimo que se pode esperar de um amor tão grande, não achas? É irónico perguntar-te isto. Logo a ti, que nunca aprendeste a definição de amor, quanto mais conseguires senti-lo. Só quem consegue pegar no coração de alguém e molda-lo devagar e com todo o carinho, é que sabe o que é amar, e tu entras na vida das pessoas mantendo uma capa invisível a volta do teu coração para não deixares as pessoas lá entrar. Tens medo de te apaixonar a sério e depois não conseguir dar a volta por cima, mas acho que isso viste pelo que aconteceu comigo em relação a ti, não é? Pois bem, já dei a volta por cima, mas tens de ser tu a escrever a ultima página da nossa história. Eu já escrevi demais e estou cansada. Além disso, quero ver se consegues ser tão homem a deixar as tuas palavras eternizadas, como és a dá-las ao vento para ele as levar. 

9 de outubro de 2011

Sei de cor, cada lugar teu.

8 de outubro de 2011

Roupa, máquina fotográfica, sapatos, livros ; Tenho a mala feita, tenho tudo ou quase tudo para partir. Sim eu sei que fugir não é solução para nada e que talvez me chamem de cobarde, mas a solução do meu problema é mesmo fugir :s
Apenas te levo na memória, comigo não podes ir. Vais-me fazer sofrer ainda mais. Eu sei que a saudade mata, por isso o mais provável é eu morrer de saudades tuas.

6 de outubro de 2011

Ainda tens a lata de me mandares mensagens ? Eu sinceramente no teu lugar tinha vergonha

5 de outubro de 2011

não sei o que se passa comigo. tenho dado por mim a pensar em ti e em nós, coisa que não acontecia á muito tempo. tenho saudades tuas sabes? e saudades minhas quando estava contigo. as memórias estão a voltar ao de cima e eu não sei como lidar com isto.

Ninguém sabe explicar o que é o amor

4 de outubro de 2011

Beijar-te é como perder a noção do tempo e do espaço, é ver o céu, as estrelas, é ver a ti.

3 de outubro de 2011

"A tarefa mais difícil é aprender a esquecer, quem aprendemos a gostar"

2 de outubro de 2011

You use to call me your angel

1 de outubro de 2011

And even thought is different now, you're still here somehow.