Coração que ama, chora calado e não reclama."
30 de setembro de 2011
29 de setembro de 2011
26 de setembro de 2011
22 de setembro de 2011
Quero-te, mas não te quero. Preciso de ti, mas faço por não precisar. Não vivo sem ti, mas sobrevivo. Nem sequer choro por ti, mas sim por mim. Por ver os dias a passar (e cada vez mais devagar) e não conseguir fazer nada para mudar o sentido do vento, o brilho do sol ou lá o que seja. Não sei se é de mim, se de que é, mas quando eras tu que mudavas o mundo comigo, era tudo natural, tudo tão simples. Agora? Agora nada muda e das duas uma, ou eu parei ou parou o mundo. E isso soa-me tão estranho como se de repente tivesse mudado de dimensão e tudo à minha volta estivesse morto, sem vida, sem cor. Bem, pelos vistos o problema não está no mundo nem nos outros, está mesmo em mim. Em mim e na minha estúpida mania de me tornar depende do amor que me dão. Sou toxicodependente, mas não é de drogas, é de amor. Se acham que não é tão duro, enganam-se, porque a dureza das coisas está nas pessoas que as encaram, e eu quanto a força deixo muito a desejar. Já ouvi falar muita gente sobre desistir de si própria, nunca soube o que isso era, nem sei os sintomas dessa doença. Mas começo a achar que não tem sintomas e chega com pézinhos de lã, como quem não quer a coisa, e instala-se sem dar-mos conta. Isto porque eu olho para essas pessoas, e revejo-me a mim. Como um espelho da alma que reflecte tudo para o exterior. Só mais uma coisa antes de me ir embora. Caso alguém saiba ao certo como tratar disto, é favor dizer. Preciso de voltar a ter a velocidade dos dias na minha mão, a direcção do vento na minha pele e o brilho do sol no meu coração. Obrigada.
17 de setembro de 2011
13 de setembro de 2011
9 de setembro de 2011
diogo ♥
Sei que vais fazer de mim a rapariga mais feliz do mundo, e quem sabe uma mulher. Tal como eu quero fazer de ti um homem. Amo-te muito e sabes bem disso amor ♥
7 de setembro de 2011
De menina a mulher
De uma vez por todas aceitei a realidade e deixei para trás as ilusões que criei. Agora já sei o que não quero para mim e tu estás nessa lista. Estás tu e tudo o que a ti está associado. Já chega de passar as horas a contar os minutos que passei contigo, já chega de tentar escrever uma história amor com sentimentos inventados, já chega de chorar por mim e por ter sido ingénua ao ponto de ir na tua conversa. Por muitas boas recordações que guarde do que tivemos, agora consigo ver os defeitos que até agora nunca tinha aceite. Consigo também (e não penses que foi fácil consegui-lo) aceitar a tua verdadeira natureza e perceber que afinal não passei mesmo de uma boneca para ti. Brincavas e deitavas fora como uma criança que num dia faz birra por ter um brinquedo e depois o destrói, peça a peça, até não sobrar nada. Era isso que tu fazias, num ciclo vicioso que chegou agora ao fim. A boneca que conheceste desapareceu e deu lugar a uma mulher, uma mulher que sabe distinguir o verdadeiro do inventado, o amor das birras e, sobretudo, que sabe quando uma pessoa vale a pena, e definitivamente, tu não vales.
6 de setembro de 2011
1 de setembro de 2011
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